domingo, 25/10/2026

Rodrigo Torrero explora o ‘realismo mágico’ em seu novo álbum autoral ‘Erre’, representando a cena indie carioca.

Rodrigo Torrero, um dos nomes em ascensão no cenário musical carioca, está prestes a fazer sua estreia em álbum com “Erre”, que será lançado no dia 6 de novembro. O cantor e compositor, que…

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Rodrigo Torrero, um dos nomes em ascensão no cenário musical carioca, está prestes a fazer sua estreia em álbum com “Erre”, que será lançado no dia 6 de novembro. O cantor e compositor, que já se destacou em diversos festivais, busca consolidar sua identidade artística com um trabalho que mistura influências da nova MPB e toques de pop. Formado em Música pela Unirio, Torrero começou sua trajetória de composições em 2013 e, após o lançamento do EP “Uma noite de sol” em 2019, acumula agora seis singles que precedem seu primeiro álbum.

O novo trabalho é uma viagem musical composta por nove faixas autorais, entre elas “Todos os assuntos” e “Mury”, esta última uma colaboração com a artista Carol Viani. “Erre” foi produzido por Vinicius Castro e conta com a participação de amigos e colegas do círculo de Torrero, como Antonia Medeiros e Guilherme Imia, que se juntam a ele em canções que refletem suas vivências e laços afetivos.

Uma das faixas mais emocionantes do álbum, “Velha farra”, é uma homenagem a Totó Joey, o cachorro da família que faleceu em 2016. A canção, que traz em sua essência a lembrança de um amor canino, faz referências a “Diana”, uma obra de Toninho Horta e Fernando Brant que também fala sobre a perda de um animal de estimação.

As músicas “Errar”, “Ir”, “Julia” e “Mirante” completam o repertório, todas imersas em um universo que Torrero descreve como “realismo mágico”. As composições são inspiradas tanto em elementos do cotidiano quanto em referências literárias, como a famosa saga de “O senhor dos anéis”. O artista busca capturar a essência da incerteza e do encantamento que a vida pode oferecer, afirmando que este álbum representa uma nova fase em sua carreira. Em suas próprias palavras, “são canções que abraçam a incerteza do que está do outro lado da curva e que se permitem encantar com o que está ao redor”.