A situação envolvendo Thomas Markle, pai da duquesa de Sussex, Meghan Markle, ganhou novos contornos nesta quinta-feira (29) com a solicitação da Polícia Metropolitana de Londres para que a polícia de assuntos internos do Reino Unido investigue um caso que remonta a 2019. O foco da investigação é uma carta que continha alegações sérias contra Markle, relacionadas a questões de segurança e abuso infantil.
Recentemente, as autoridades filipinas confirmaram a descoberta de “material significativo de pornografia infantil” na antiga residência de Thomas Markle, o que levantou ainda mais preocupações. O ministro do Interior do país fez a divulgação, que impactou não só a família Markle, mas também a opinião pública em geral.
Meghan Markle, ao tomar conhecimento da carta enviada à polícia britânica, expressou estar “profundamente abalada” com as acusações. Segundo a duquesa, o documento continha “acusações inquietantes e preocupantes”, embora o comandante da polícia, Adam Slonecki, tenha esclarecido que não havia informações relacionadas à segurança da família real, mas sim acusações de crimes ocorridos fora do Reino Unido.
A Polícia Metropolitana admitiu que não encaminhou a carta para as autoridades judiciais competentes, o que gerou críticas e levantou questões sobre a adequação dos procedimentos da força policial. Slonecki indicou que a polícia londrina agora buscará contato com “vários corpos policiais estrangeiros competentes” para tratar das alegações contidas no documento.
Fontes próximas ao caso afirmaram que, até o momento, não houve uma investigação formal sobre Thomas Markle. Em resposta às acusações, o pai de Meghan negou veementemente as alegações, classificando-as de “um monte de mentiras”. A duquesa, por sua vez, reforçou sua decisão de manter seus filhos longe do avô, dada a gravidade das denúncias.




